No fim da I Guerra Mundial, a derrota austro-húngara leva à independência dos tchecos e eslovacos, que se unem em 1918 para formar a Tchecoslováquia. A República da Tchecoslováquia é fundada 28 de Outubro de 1918; Praga transforma-se na sua capital. O primeiro presidente eleito foi Tomáš Garrique Masaryk. A Tchecoslováquia nasceu da união das nações tcheca e eslovaca após a Primeira Guerra Mundial, em decorrência da fragmentação do Império Austro-Húngaro. No final da Segunda Guerra Mundial, tropas soviéticas libertaram o país do jugo nazista. A implantação do modelo socialista teve início em 1948, quando os comunistas, liderados por Klement Gottwald (1918-1989), deram um golpe de Estado. O Partido Comunista da Tchecoslováquia (em tcheco e em eslovaco: Komunistická strana Československa) (KSČ) foi um partido político da antiga Checoslováquia. Criado em 1921, existiu até 1992, tendo governado o país de 1948 a 1989. Criada dos escombros do Império Austro-Húngaro pelo tratado de Saint-Germain-en-Laye, a Checoslováquia reuniu num mesmo Estado duas nações de língua similar, os checos e os eslovacos (além de algumas outras minorias étnicas), com capital em Praga. Seu território correspondia às actuais República Checa e Eslováquia, bem como, até 1945, a Rutênia. A convivência entre os dois povos nem sempre era tranquila; os eslovacos se ressentiam da preeminência checa. Uma primeira partição ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, quando nacionalistas eslovacos aproveitaram a desagregação do país após os Acordos de Munique de 1938 para proclamar um Estado independente, chefiado por Jozef Tiso, simpático à Alemanha nazista. Em seguida ao Golpe de Praga, de 1948, os comunistas tomaram o poder e a Checoslováquia foi o último Estado europeu a passar
A economia da extinta Tchecoslováquia era essencialmente baseada em indústrias siderúrgicas, metalúrgicas, automobilísticas, de bebidas e de cristais.
A Tchecoslováquia adotou as seguintes constituições ao longo de sua história (1918-1992);
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